terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Hoje eu vou manifestar o meu silêncio em forma de berro. Posso Melhorar e transformar em verbo.
Vou balbuciar e silenciar o ruido. Vou ficar paraplégico e renascer o juízo.
Não cobre de mim espelho meu, essa consciência tão latente.
Espere para ver o Sol resplandescente.

Sou o dilema da minha autobiografia. Sou sistema respingado, do prenuncio marxista.
Sou a minha carteira azul de folga. Sou a minha aurora com problemas e vitória.

Hoje estou famélico de leitura. Hoje tenho certeza que: me angustiei, brinquei, sorrir, titubeei, progredir e retrogredir, nem joguei fora e nem fui continuo. Fiz do direito de ir e vir, uma confusão sem advogar.
Hoje estou feliz. Nem morri e nem matei o presidente(a).

Vou silenciar a balbucia com ruido. Vou ao refazer e renascer, meu juízo de projetos, desestagnarem.
Há alguns dias de hoje, eu entrei num coma antagônico.
Bom dia pássaros. Bom dia humanos. Quebrem o silêncio, quebrem o que escrevi.
...mas, são mazelas da lida...
E essas peças são pregadas no nosso percurso.
...Nem tudo é fraqueza, e sim personalidade...
Esse defeito não é dos outros, é apenas individualidade.
Entre analogias e metáforas.
A válvula de escape, sugere livros de cocaína.
...Vitória até na derrota...
Tudo é resultado sem etnocentrismo?
Tudo é preconceito mal esclarecido?
Vários desníveis do Deus egocentrismo?
Um ser de luz.
Aprendiz de jus.
Faz borrar e enfeiar, sua conduta com pus.
Grande utopia sem violência física.
O sonho de, defeitos brandos.
Um mundo de, novos humanos.