quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

É preciso muito mais que um grito, para mudar qualquer rito.
É preciso muito mais que despeito, para que aceite falta de respeito.
É preciso muito mais que ser mudo, para ser indecente silenciosamente.
É preciso se ter dicotomia e coerência, para a coesão ser escudo e hóstia.
Será necessário muito mais que ser lido, para ser ouvido.
Será necessário muito mais que descaso e distração, para parar de escrever e ser verborrágico para mim.
" Sai do escuro e vem te ver assim. Sai do escuro e vem me ver assim."
Seria plausível muito mais que um Facebook, para as redes do campo das idéias serem socialmente importante.
É preciso muito mais que excluir, para ter um feed de notícias bom por aqui.
É necessário muito mais que a chatice, para que o chato crie conceito de mim.
Será necessário muito mais que morrer e viver, para viver e morrer, sem que o espelho vomite e reflita tudo de mim e de vós.
Será preciso muito mais que fingir, para que seu subconsciente venha a zunir.
Será preciso muito mais que isso aqui, isso ali, para que saibamos que as respostas estão muito além? Será que alguém as têm?
Nossa individualidade é um valor sem vintém.
O que precisamos é acalmar nossa euforia do confronto. Aprender a discordar como pedaços uns dos outros.
É preciso se criar uma imagem de uma câmera frontal e um teleprompter, que nos guie e policie diariamente de todos os requisitos básicos e sofisticados do que pode ser feito, refeito, ponderado e melhorado, para que nos tornemos humanos celestialmente imperfeitos de perfeição.
Deus não fez sexo?
Quem nos criou sem fábula?
Quem criou Deus sem Deusa?
Deus não fez sexo para ter um filho.
Deus é o amor e o infinito...
O amor é auto suficiente.
O amor não precisa do sexo, mas o sexo que nos procriou.
Quem nos ensinou a fazer sexo?
O instinto animal ou Deus e seu amor celestial?
"Amar ao próximo como a si mesmo"
O maior ensinamento da vida humana que Jesus nos mostrou.
Esse amor resolveria tudo. Todas as mazelas desde o início dos tempos, jamais teriam existido.
Será que o sexo deturpou o amor?
O sexo era para ser só divino, mesmo sendo líquido lascivo e pastoso?
Deus, tenho certeza que não me julgará e me punirá por minhas palavras.
O Deus e o amor qual devo me render e temer, é desconhecido da sabedoria terrestre.
Nem os apóstolos foram capazes de transcrever incólume de erros, aquilo que deslumbravam.
Muito menos quem juntou os evangelhos e os corroborou.
Deus não nasci para seguir a verdade do homem imposta na igreja e nos livros sagrados das diversas respectivas religiões.
Nasci para ser intuitivo. Um eterno aprendiz da sabedoria que nada sei.
Nasci para ter defeitos perfeitos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Eu sou uma foto casual.
Uma foto queimada.
Uma foto revelada.
Uma foto em arquivo.
Negativo e positivo.

Eu sou uma foto programada.
Uma foto em preto e branco.
Uma foto colorida.
Uma foto desbotada.
Uma foto tremida.

Eu sou uma foto muda.
Uma foto falada.
Uma foto achada.
deixada e perdida.

Não sou foto e nem texto.
Sou um misto do acaso e pretexto.

Uma foto me postou.
Um enigma me salvou.
Sou anexo não aberto.
descoberto e disperso.

Não sou texto e nem foto.
Sou um misto do invisível e de foco.

domingo, 26 de julho de 2015

...Nessa sensação e condição.
Faço promessas, suspiros na solidão.
Nessa labuta, que luta, meu vão.
Faço remessas da solidão de promessas.
Grito no íntimo, implico explosão.
Inerte complico, toda evolução.
Papel e caneta no núcleo da mão.
Rabisco a escola, toda criação.
...Nessa volta e meia de pensamentos.
Somos toda alegria tímida de talentos...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tudo na primeira pessoa:
Eu sou estúpido? Eu sou idiota?
Eu sou imbecil? Eu sou um bosta?
Eu sou dramático? Eu sou exacerbado?
Eu sou romântico? Eu sou meloso?
Eu pude ser frio? As vezes rancoroso?
Eu sou criativo? Eu sou uma indolência em pessoa?
Eu sou lépido? Eu sou limitado?
Eu sou o melhor? Eu sou vitorioso?
Eu sou o pior? Eu sou derrotado?
Eu sou só amor? Eu sou só tristeza?
Eu sou só ódio? Eu sou só alegria?
Eu sou teu irmão? Eu sou teu amigo?
Eu sou teu desconhecido? Eu sou teu inimigo padrão?
Eu sou o meu filme? Eu sou a minha novela?
Eu sou meu esboço? Eu sou minha obra completa?
Eu sou a maioria dessas coisas que nunca experimentei?
Eu sou a minoria dessas coisas que poderei experimentar?
"Não pude ser tudo que quis, armei umas e outras"
Eu sou toda miscigenação do produto. Com meu lado ímpar meio turvo.
Diante da experiência e vivência adquirida com os longos anos de vida e vasta aquisição de conhecimento. Sou tímido. Me preparo para ouvir, entender, compreender, absorver e agregar Concepções Ideológicas com as minhas. Aceito, descarto. Na verdade sou um misto, em um só ser, em aprendizado.
Me falta pensar...
Me falta pensamento?
"SE PENSO, LOGO EXISTO"
SE "DESPENSO" ( Não Penso) INEXISTO?
Eu poderia ser a minha continuação, um aprendiz, um chafariz, um giz riscando a minha vida e a de outrem. Quero ouvir a experiência das pessoas, da vida, do mundo, aprender, avaliar, refletir, construir, substituir, fazer uma vitamina do alicerce do Homo Sapiens.
Sou o que falta, sou o que preenche, sou incógnito, sou cógnito, sou mágico, sou, simples. Sou o amor por si só, mas, também sou amor e razão, já fui mais coração, mas, a vitamina que constrói o meu alicerce, as vezes encontra espaço para novos ingredientes.
Sou tudo que tento ser, e ao mesmo tempo não sou nada do que tento ser, mas, nunca deixar de tentar...
"Se tento, logo alcanço"
Porque” se penso, logo existo" então..
Opa deixa eu me concentrar novamente..
Sou música, sou O Rappa, sou O F.ur.t.o, sou Silverchair, sou Audioslave. Talvez eu seja capítulo ou versículo, apesar de ter escutado muito pouco Racionais. Sou poesia, sou poema, sou crônica, artigo, resenha. Sou pauta e sou matéria. Sou letra de música, sou livro paradidático. Sou " A MARCA DE UMA LÁGRIMA" sou a "Águia e a Galinha", sou "O Despertar da Águia", sou "Tempo de Transcendência", sou "11 Minutos". Gostaria de ser "Brida", "O Diário de um Mago", "O alquimista", mas, até o momento só pude ser " O Zahir".
Sou National Geografic, History, Tve, Multi Show, HBO. Sou MTV, Sportv, sou PFC, mas, também sou "THC". Sou você lendo e me corrigindo, rindo, talvez usufruindo, mas, também sou eu. Sem sono e com sono. Na noite, madruga, pensando e existindo, não pensando e inexistindo.
Eu queria te dar amor e flores em outra época, em 1960 talvez. Numa aurora bem vintage, sem Tablet, sem Iphone.
Eu queria ser um buque, sem a época que devora e empedra o sentimento pós-moderno.
Eu queria te dar flores e amor, sem que nada fosse démodé.
Nessa época moderninha e minimalera, não comprei as flores, mas, te dei de graça em todas as vitrines e out-door pelas ruas, meu coração e amor via-direta por parábolas.