segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Eu sou uma foto casual.
Uma foto queimada.
Uma foto revelada.
Uma foto em arquivo.
Negativo e positivo.

Eu sou uma foto programada.
Uma foto em preto e branco.
Uma foto colorida.
Uma foto desbotada.
Uma foto tremida.

Eu sou uma foto muda.
Uma foto falada.
Uma foto achada.
deixada e perdida.

Não sou foto e nem texto.
Sou um misto do acaso e pretexto.

Uma foto me postou.
Um enigma me salvou.
Sou anexo não aberto.
descoberto e disperso.

Não sou texto e nem foto.
Sou um misto do invisível e de foco.

domingo, 26 de julho de 2015

...Nessa sensação e condição.
Faço promessas, suspiros na solidão.
Nessa labuta, que luta, meu vão.
Faço remessas da solidão de promessas.
Grito no íntimo, implico explosão.
Inerte complico, toda evolução.
Papel e caneta no núcleo da mão.
Rabisco a escola, toda criação.
...Nessa volta e meia de pensamentos.
Somos toda alegria tímida de talentos...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tudo na primeira pessoa:
Eu sou estúpido? Eu sou idiota?
Eu sou imbecil? Eu sou um bosta?
Eu sou dramático? Eu sou exacerbado?
Eu sou romântico? Eu sou meloso?
Eu pude ser frio? As vezes rancoroso?
Eu sou criativo? Eu sou uma indolência em pessoa?
Eu sou lépido? Eu sou limitado?
Eu sou o melhor? Eu sou vitorioso?
Eu sou o pior? Eu sou derrotado?
Eu sou só amor? Eu sou só tristeza?
Eu sou só ódio? Eu sou só alegria?
Eu sou teu irmão? Eu sou teu amigo?
Eu sou teu desconhecido? Eu sou teu inimigo padrão?
Eu sou o meu filme? Eu sou a minha novela?
Eu sou meu esboço? Eu sou minha obra completa?
Eu sou a maioria dessas coisas que nunca experimentei?
Eu sou a minoria dessas coisas que poderei experimentar?
"Não pude ser tudo que quis, armei umas e outras"
Eu sou toda miscigenação do produto. Com meu lado ímpar meio turvo.
Diante da experiência e vivência adquirida com os longos anos de vida e vasta aquisição de conhecimento. Sou tímido. Me preparo para ouvir, entender, compreender, absorver e agregar Concepções Ideológicas com as minhas. Aceito, descarto. Na verdade sou um misto, em um só ser, em aprendizado.
Me falta pensar...
Me falta pensamento?
"SE PENSO, LOGO EXISTO"
SE "DESPENSO" ( Não Penso) INEXISTO?
Eu poderia ser a minha continuação, um aprendiz, um chafariz, um giz riscando a minha vida e a de outrem. Quero ouvir a experiência das pessoas, da vida, do mundo, aprender, avaliar, refletir, construir, substituir, fazer uma vitamina do alicerce do Homo Sapiens.
Sou o que falta, sou o que preenche, sou incógnito, sou cógnito, sou mágico, sou, simples. Sou o amor por si só, mas, também sou amor e razão, já fui mais coração, mas, a vitamina que constrói o meu alicerce, as vezes encontra espaço para novos ingredientes.
Sou tudo que tento ser, e ao mesmo tempo não sou nada do que tento ser, mas, nunca deixar de tentar...
"Se tento, logo alcanço"
Porque” se penso, logo existo" então..
Opa deixa eu me concentrar novamente..
Sou música, sou O Rappa, sou O F.ur.t.o, sou Silverchair, sou Audioslave. Talvez eu seja capítulo ou versículo, apesar de ter escutado muito pouco Racionais. Sou poesia, sou poema, sou crônica, artigo, resenha. Sou pauta e sou matéria. Sou letra de música, sou livro paradidático. Sou " A MARCA DE UMA LÁGRIMA" sou a "Águia e a Galinha", sou "O Despertar da Águia", sou "Tempo de Transcendência", sou "11 Minutos". Gostaria de ser "Brida", "O Diário de um Mago", "O alquimista", mas, até o momento só pude ser " O Zahir".
Sou National Geografic, History, Tve, Multi Show, HBO. Sou MTV, Sportv, sou PFC, mas, também sou "THC". Sou você lendo e me corrigindo, rindo, talvez usufruindo, mas, também sou eu. Sem sono e com sono. Na noite, madruga, pensando e existindo, não pensando e inexistindo.
Eu queria te dar amor e flores em outra época, em 1960 talvez. Numa aurora bem vintage, sem Tablet, sem Iphone.
Eu queria ser um buque, sem a época que devora e empedra o sentimento pós-moderno.
Eu queria te dar flores e amor, sem que nada fosse démodé.
Nessa época moderninha e minimalera, não comprei as flores, mas, te dei de graça em todas as vitrines e out-door pelas ruas, meu coração e amor via-direta por parábolas.
Sou doido e irreverente. Romântico pervertido e inconsequente. Tarado carinhoso e saliente. Maduro e uma criança inteligente. Respeitador e acima de tudo sou completo e diferente. Sou completo quando preencho sua lacuna latente. Faço sexo abrangente. Nas paredes do amor que faziam ancestralmente.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

...Quando o núcleo do teu sexo entra em chamas. O vulcão do orgasmo traz a lava da leveza...
Deixa eu cuspir na tua vagina, o desejo que escorre o meu paladar.
Deixa o teu corpo amolecer. Deixa o teu " vetor " desacelerar e se entregar como hipinose.
Eu só quero te fazer bem...
...levitar o teu corpo com teu gozo, onde tudo ao redor e o mundo entram em coma.
Deixa eu te mostrar o que o mundo te perdeu...
Sou perito e te digo: Teu clítoris é na mente.
E te dou o prazer onde a pele me revela o libido do teu subconsciente.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Quando estudei o que escrevi. Eu escrevi paradidáticos e ortográficos.
Eu... Vi a coesão da pirâmide invertida. Eu vi a Veja, " Isto é " mentira.
Errei das virgulas a coerência. Manobrei poemas no rabisco do anonimato.
Quando escrevi o que estudei. Eu misturei etimologia com metonímia, metáfora e polissemia. Eu li escrevendo literatura e porcaria. Fiz cronicas de Nietzsche a Pedro Bandeira. Do History ao Canal Brasil.
Quando vi a Ciência se misturar com a Biologia. Pulei as paginas dos logaritmos e vetores. E quando diagnostiquei a química, já havia lido a eucaristia. Do Catecismo á Paulo coelho. De Leonardo Boff ao "Livro de Eli".
Quando desliguei o Livro e abrir a TV. Eu li a cena da queda paixão de futebol, rebaixando a sabedoria pela programação.
Quando acertei arriscando errar qualquer coisa que vomitei escrevendo. Conheci o Philos e um novo Channel na minha História. Achei o tesouro Veduca, transformando minha graduação num insólito e imprevisível futuro livro do meu vestibular.
Se eu puder me equilibrar...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Não são apenas felicitações. São fogos de artificio. São rasos e são profundos. São paradisíacos e obscuros. São dois mil e "quatorzes" que vão e dois mil e "quinzes" que ficam. São realidades opostas da mesma euforia. São lembranças mortas de pessoas vividas. São laços nunca mais vistos e novas contas sanguíneas. São vitorias e derrotas de uma linha tênue de equilíbrio e sabedoria.

Não são apenas felicitações. É pureza continua de saber chorar sorrindo.
É esperança delirante de uma alma do mundo sem fronteiras. É conexão de paz e amor em nosso oxigênio. É foguetear nossas conquistas e alegrias com a pólvora do individualismo e cegueira.

Não são apenas felicitações. São coisas que jamais conseguiremos compreender. São sentimentos orgásticos do brinde de estarmos vivos. São tentativas limitadas de exprimir o quão somos valiosos. São meus rabiscos rasgados de 31 de Dezembro.

O invisível ainda é o caminho daquilo que nós enxergamos.

Não são apenas felicitações...