quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tudo na primeira pessoa:
Eu sou estúpido? Eu sou idiota?
Eu sou imbecil? Eu sou um bosta?
Eu sou dramático? Eu sou exacerbado?
Eu sou romântico? Eu sou meloso?
Eu pude ser frio? As vezes rancoroso?
Eu sou criativo? Eu sou uma indolência em pessoa?
Eu sou lépido? Eu sou limitado?
Eu sou o melhor? Eu sou vitorioso?
Eu sou o pior? Eu sou derrotado?
Eu sou só amor? Eu sou só tristeza?
Eu sou só ódio? Eu sou só alegria?
Eu sou teu irmão? Eu sou teu amigo?
Eu sou teu desconhecido? Eu sou teu inimigo padrão?
Eu sou o meu filme? Eu sou a minha novela?
Eu sou meu esboço? Eu sou minha obra completa?
Eu sou a maioria dessas coisas que nunca experimentei?
Eu sou a minoria dessas coisas que poderei experimentar?
"Não pude ser tudo que quis, armei umas e outras"
Eu sou toda miscigenação do produto. Com meu lado ímpar meio turvo.
Diante da experiência e vivência adquirida com os longos anos de vida e vasta aquisição de conhecimento. Sou tímido. Me preparo para ouvir, entender, compreender, absorver e agregar Concepções Ideológicas com as minhas. Aceito, descarto. Na verdade sou um misto, em um só ser, em aprendizado.
Me falta pensar...
Me falta pensamento?
"SE PENSO, LOGO EXISTO"
SE "DESPENSO" ( Não Penso) INEXISTO?
Eu poderia ser a minha continuação, um aprendiz, um chafariz, um giz riscando a minha vida e a de outrem. Quero ouvir a experiência das pessoas, da vida, do mundo, aprender, avaliar, refletir, construir, substituir, fazer uma vitamina do alicerce do Homo Sapiens.
Sou o que falta, sou o que preenche, sou incógnito, sou cógnito, sou mágico, sou, simples. Sou o amor por si só, mas, também sou amor e razão, já fui mais coração, mas, a vitamina que constrói o meu alicerce, as vezes encontra espaço para novos ingredientes.
Sou tudo que tento ser, e ao mesmo tempo não sou nada do que tento ser, mas, nunca deixar de tentar...
"Se tento, logo alcanço"
Porque” se penso, logo existo" então..
Opa deixa eu me concentrar novamente..
Sou música, sou O Rappa, sou O F.ur.t.o, sou Silverchair, sou Audioslave. Talvez eu seja capítulo ou versículo, apesar de ter escutado muito pouco Racionais. Sou poesia, sou poema, sou crônica, artigo, resenha. Sou pauta e sou matéria. Sou letra de música, sou livro paradidático. Sou " A MARCA DE UMA LÁGRIMA" sou a "Águia e a Galinha", sou "O Despertar da Águia", sou "Tempo de Transcendência", sou "11 Minutos". Gostaria de ser "Brida", "O Diário de um Mago", "O alquimista", mas, até o momento só pude ser " O Zahir".
Sou National Geografic, History, Tve, Multi Show, HBO. Sou MTV, Sportv, sou PFC, mas, também sou "THC". Sou você lendo e me corrigindo, rindo, talvez usufruindo, mas, também sou eu. Sem sono e com sono. Na noite, madruga, pensando e existindo, não pensando e inexistindo.
Eu queria te dar amor e flores em outra época, em 1960 talvez. Numa aurora bem vintage, sem Tablet, sem Iphone.
Eu queria ser um buque, sem a época que devora e empedra o sentimento pós-moderno.
Eu queria te dar flores e amor, sem que nada fosse démodé.
Nessa época moderninha e minimalera, não comprei as flores, mas, te dei de graça em todas as vitrines e out-door pelas ruas, meu coração e amor via-direta por parábolas.
Sou doido e irreverente. Romântico pervertido e inconsequente. Tarado carinhoso e saliente. Maduro e uma criança inteligente. Respeitador e acima de tudo sou completo e diferente. Sou completo quando preencho sua lacuna latente. Faço sexo abrangente. Nas paredes do amor que faziam ancestralmente.