terça-feira, 16 de abril de 2013

Meus amores e desamores, faço fardo, faço dores, nem com lápis, nem de cores, pinto o céu com e sem rancores, numa lua com lacunas, de astronautas invasores!

Foi por onde começou, onde o rio desaguou, sentimentos por ai, várias esquinas e nós sem fim, mas, nós quem? nas esquinas tem o vento do além? vão e vem?

Nas encostas da cerâmica refleti, vi de tudo que vivi, joguei aguá e escorri, joguei água novamente e de repente eu sorri, e ri tanto, até o ponto de me enxugar, nem mais lágrimas, nem mais água, e nada mais se consegui explicar!

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