terça-feira, 20 de maio de 2008

Por: Bruno Carramilo

É HORA DE ACORDAR PARA REALIDADE

Podemos dizer que todo dia é hora de acordar para realidade não é não? Sair do inerte, do estático, da indolência com a qual muitas das vezes conduzimos nossas tão longas e curtas vidas, depende muito do prisma que você está vendo as coisas. Mas eu me pergunto e lanço a pergunta a todos os alunos do 5- período de jornalismo da Faculdade São Luís. Afinal, Como devemos acordar para a realidade e qual realidade seria a mais correta a se seguir? Pegando o embalo da colocação do Paulo de Tasso colega do curso. A sua realidade ou a minha realidade? Fazer as coisas que eu acho congruente a mim, ou as que os outros acham que é o certo? Fazer as minhas escolhas, mas torná-las concretas, ou fazer o que essa sociedade capitalista me impõe, Hum? Posso começar a apontar o que acho necessário para mim, mas não para os demais, mesmo que esteja inserido em um grupo social e não à margem dele, sei claramente o que preciso para acordar do meu estado de tibieza, moleza, frouxidão e encarar a vida e os desafios que eu até outrora os almejava e eram tudo para mim, ainda os são, mas tenho a minha alto crítica e sei que estou me devendo, acordo todo dia na minha cama, mas, não é para uma realidade completa, ampla, de proporções satisfatórias, tenho sido calmo, tranqüilo, benevolente, e não lépido como a modernidade exige. Estou sempre atencioso, audaz, sagaz, para aquilo que acredito ser a minha realidade do momento, pois é assim que vejo as coisas por esses tempos, uma vaidade exacerbada por ser o melhor de alguma coisa, por ser mais prestativo a essa sociedade que só te agride, mas, não te trás um filme novo, um roteiro de final feliz sem utopia, a realidade que falo aqui é do meu umbigo, do egocentrismo de ser e ver as coisas, pois não é para isso que estamos vivendo? Para sermos os melhores? Sem notar que alguém do lado é incapaz de chegar a algum lugar sozinho por sofrer dificuldades de se erguer, devido ao sistema deficitário do nosso país ou por alguma fôbia social tão globalizada quanto o ciberespaço? Ai, ai, acordem meu povo! Para essa corrida dos melhores e prepare-se para isso, só não atropele seus concorrentes, se não papai do céu vem lá de cima e confisca tudo, ou então castigar-te-á com alguma enfermidade na sua família pode apostar, eu já estou acordando do meu jeitinho, comendo quieto, e não me excluirei do mundo, mas nem por isso sou adepto as todas as frivolidades que me deparo a todo instante, ainda tenho planos para um acorda Brasil, ou seria melhor acorda Faculdade São Luís, ou acorda Maranhão, de um futuro melhor, e uma lapidada no diamante do nosso grupo social mais nítido e menos opaco.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Resenha sobre o livro “ética e imprensa” capítulo “Sangue azul, a deontologia e o direito à informação”.




O texto traz um paradigma bastante pertinente para os tempos atuais, onde uma imprensa que cada vez se mostra mais forte e se solidifica como o quarto poder, as dicotomias e lacunas apresentadas e deixadas dentre o plano de existência do jornalista e da imprensa para com a ética, são problemáticas que só confirmam que a ética do direito a informação é uma falácia, um mito, falo aqui da informação manipulada que obtemos por essa mesma imprensa que apóia os seus candidatos nas campanhas ao governo de algum estado, senado, e presidência da republica, essa realidade salientada no texto na parte “conflito e convivência” que definem bem a complexidade paradoxal do direito da informação.
A imprensa não pode fiscalizar o poder, sendo esse um dos seus deveres supremo, e isso ocorre devido à mesma ter se convertido num negócio transnacional, oligopolizado em conglomerados da mídia que trafica influência junto aos governos para conseguir mais concessões de canais e mais facilidades de financiamentos públicos. Questões como a independência do jornalismo estará por onde? E será que existe? A milhões de fatores que levaríamos dizer quê; está preso a esses processos ideológicos e manipuladores são devido a todo o modelo que a imprensa, ou seja, a mídia adotou dentro do mundo capitalista que a nossa sociedade vive se tratando de Brasil.
A ética no jornalismo é uma das maiores dicotomias existentes, pois o código de ética do jornalista é muito bonito no papel, mas na pratica impossível de se seguir e de se cumprir, o profissional da área de jornalismo vive um dilema imensurável que é da sua conduta para com a ética e de seus textos para com a empresa pela qual ele trabalha, a imparcialidade e o livre texto no jornalismo são conversa de conto de fadas, o profissional é moldado do jeito que a empresa quer, e só publicara os textos que forem congruentes com a mesma, e essa realidade denota toda a falta de liberdade e a triste situação que o jornalista vive em relação a sua ética profissional.

quinta-feira, 6 de março de 2008

MUSICA DE: BRUNO CARRAMILO
NOME: REMÉDIO DA VIDA


SENTIR TUDO ISSO DE NOVO,
ME PARECIA SER TÃO BOM
TER UM NOVO AMOR,
QUE FOSSE PRA SEMPRE EU QUIS

ABRIR MEU CORAÇÃO,
A MINHA MENTE TAMBEM,
COM ISSO IMERGIR,
NESSA NOVA RELAÇÃO

BUSQUEI MINHA FELICIDADE,
AO SEU LADO EU APOSTEI E TANTO ME DEDIQUEI,
PRA QUE TUDO CORESSE BEM,

MAS A VIDA QUIS ME ENSINAR,
QUE TALVEZ NAO SEJA AINDA,
A MINHA CARA METADE,
ESTA PERDIDA EM ALGUMA ESQUINA


REFRÃO
COM O CORAÇÃO CHEIO DE FERIDAS,
VOU COLOCANDO REMÉDIO DA VIDA.