Acabei de ler, e alguém me dizer sobre outras vidas.
Acabo de acreditar desacreditando na minha morte perene e em outra vida anteriormente vivida após minha morte. Acabo de surta pensamentos "inlógicos." De permitir minha sabedoria crua, pura e imunda do grão pequenino que somos.
Acabo de festejar minha felicidade exacerbada, e a infelicidade exorbitante.
Acabo de parafrasear Minha TV A CABO.
Acabo de prender minha respiração.
" Antes que o samba vira só um ruído de fundo eu vou tocar mais alto pra ouvir meu coração".
Acabo de tentar fazer nós entendermos, e que apontarmos o dedo. Só mostra nossas unhas sujas de micróbios frívolos.
Acabo de me sentir especial, desde uma vida que um romance me amaciou como príncipe de um império ancestral até os dias de hoje em meu apartamento.
Acabo de não ver sentindo em meus vômitos de liberdade.
E acabo de entender que o sentido seria uma linha tênue de particularidade.
...Soltando a respiração, acabo de amar o meu sopro de vida...
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Eu me esperei de tanto te esperar.
Eu me ausentei de tanto se ausentar.
Eu fiz música de tanto fazer poesias.
Eu fiz poesias de tanto fazer versos.
Eu fui você de tanto que não fui eu. Não sendo eu, nunca fui você sem saber.
Eu não fiz nada de tanto fazer tudo.
Eu sentir tudo de nada que sentiu.
Eu te criei de tanto que me criei...
E apesar do vão, sou o sangue da minha razão.
Eu me ausentei de tanto se ausentar.
Eu fiz música de tanto fazer poesias.
Eu fiz poesias de tanto fazer versos.
Eu fui você de tanto que não fui eu. Não sendo eu, nunca fui você sem saber.
Eu não fiz nada de tanto fazer tudo.
Eu sentir tudo de nada que sentiu.
Eu te criei de tanto que me criei...
E apesar do vão, sou o sangue da minha razão.
Para onde minha sabedoria esta me guiando?
Por onde, para onde, o meu caminho me levará caminhando?
O que me cobro para fazer, com algemas me agarrando?
O que o amor me mostrará, atrás do meu pranto?
O que a vida me sugere, de pureza e encanto?
Por que atrás da cortina tem sempre sujeira em qualquer canto?
Por que não é simples?
E se eu tirar o porque?
Nos restará a vida maravilhosa que sonhamos?
Que já estamos?
Que não reclamamos?
Mesmo que passemos em uma viela, onde sofrer é ser feliz e ir se adequando?
Para onde a minha caricatura esta brotando?
Entre o amor e o sistema é difícil fazer um casamento consentâneo?
Por que não é só silêncio de alegria?
Por que o amor não faz de toda nossa vida, nosso guia?
...Amor. Por que nos deixa tão egocêntricos por natureza?...
Seja bem vinda cara e coroa do amor.
Por onde, para onde, o meu caminho me levará caminhando?
O que me cobro para fazer, com algemas me agarrando?
O que o amor me mostrará, atrás do meu pranto?
O que a vida me sugere, de pureza e encanto?
Por que atrás da cortina tem sempre sujeira em qualquer canto?
Por que não é simples?
E se eu tirar o porque?
Nos restará a vida maravilhosa que sonhamos?
Que já estamos?
Que não reclamamos?
Mesmo que passemos em uma viela, onde sofrer é ser feliz e ir se adequando?
Para onde a minha caricatura esta brotando?
Entre o amor e o sistema é difícil fazer um casamento consentâneo?
Por que não é só silêncio de alegria?
Por que o amor não faz de toda nossa vida, nosso guia?
...Amor. Por que nos deixa tão egocêntricos por natureza?...
Seja bem vinda cara e coroa do amor.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Somos feridas intrinsecamente expostas? Somos lacunas dentro do espaço e tempo?
Somos silhuetas circulando nossa matéria? Somos a estúpida ignorância de uma inteligência não humana? Somos uma copa comprada e uma luta vendida?
Somos pequenos diante da nossa mediocridade de sobrevivência?
Somos um pedaço de uma paixão imensurável de clube de futebol?
Somos a existência do amor pela pessoa amada?
Somos uma incógnita do futuro do presente?
Somos maiores do que as sete maravilhas do mundo?
Somos o céu e a terra o claro e a escuridão?
Somos a alegria de estar vivo sem saber da onde vem o tiro?
Somos um início sem explicação e o fim sem compreensão?
"Reconhecidos e procurados como uma tribo de índios, negros coloridos, como todos nós".
É o que somos?
Somos silhuetas circulando nossa matéria? Somos a estúpida ignorância de uma inteligência não humana? Somos uma copa comprada e uma luta vendida?
Somos pequenos diante da nossa mediocridade de sobrevivência?
Somos um pedaço de uma paixão imensurável de clube de futebol?
Somos a existência do amor pela pessoa amada?
Somos uma incógnita do futuro do presente?
Somos maiores do que as sete maravilhas do mundo?
Somos o céu e a terra o claro e a escuridão?
Somos a alegria de estar vivo sem saber da onde vem o tiro?
Somos um início sem explicação e o fim sem compreensão?
"Reconhecidos e procurados como uma tribo de índios, negros coloridos, como todos nós".
É o que somos?
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Sim! Alguém sempre diz que somos o reflexo do que fazemos, plantamos e de todas nossas ações anonimas ou não, artísticas ou não e anonimas. Mas, se "nos deram espelhos e vimos um mundo doente" ?
Alguém te diz sempre la no fundo, meio que um projeto alienado, mas, que você sabe que é sua voz ecoando e te guiando, latejando que você é capaz? Somos tão capazes e o antônimo de tudo que acreditamos?
E nossos espelhos? Vimos ou não um mundo doente?
Tem coisas que me pergunto, e logo chego a uma conclusão lógica ou definição por ventura que: Sou todos os meus segredos. Sou também, uma ligeira sensatez de limites ilimitados de liberdade como todos nós. Sempre seremos os nossos segredos anônimos. Por ventura. Sempre somos o nossos antônimos, por covardia e circunspectas características que adquirimos ao longo da vida.
Por segredos anônimos de reflexo antagônicos. Somos todos artistas de vozes ecoando intrinsecamente.
Alguém te diz sempre la no fundo, meio que um projeto alienado, mas, que você sabe que é sua voz ecoando e te guiando, latejando que você é capaz? Somos tão capazes e o antônimo de tudo que acreditamos?
E nossos espelhos? Vimos ou não um mundo doente?
Tem coisas que me pergunto, e logo chego a uma conclusão lógica ou definição por ventura que: Sou todos os meus segredos. Sou também, uma ligeira sensatez de limites ilimitados de liberdade como todos nós. Sempre seremos os nossos segredos anônimos. Por ventura. Sempre somos o nossos antônimos, por covardia e circunspectas características que adquirimos ao longo da vida.
Por segredos anônimos de reflexo antagônicos. Somos todos artistas de vozes ecoando intrinsecamente.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Lá estava eu. A mais de um ano a procura do meu lugar ao sol.
Lá estive eu. A anos luz de anos em memória do meu próprio sol.
Quando te encontrei, não parei de te procurar.
A minha alma gêmea? O meu sol?
O meu emprego? O meu lar?
O meu prazer? O meu lazer?
O meu equilíbrio? E uma doze de desequilíbrio?
A minha descendência sanguínea?
A minha falta de mais do mesmo ou de rima?
O meu filho ou minha filha? A minha profissão jornalística?
O meu outro pedaço? E quem sabe meus vários outros laços?
...
Quando não te encontrei, fiquei com medo de continuar...
Lá estive eu. A anos luz de anos em memória do meu próprio sol.
Quando te encontrei, não parei de te procurar.
A minha alma gêmea? O meu sol?
O meu emprego? O meu lar?
O meu prazer? O meu lazer?
O meu equilíbrio? E uma doze de desequilíbrio?
A minha descendência sanguínea?
A minha falta de mais do mesmo ou de rima?
O meu filho ou minha filha? A minha profissão jornalística?
O meu outro pedaço? E quem sabe meus vários outros laços?
...
Quando não te encontrei, fiquei com medo de continuar...
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Fico leve. As vezes fico dubitativo, as vezes leve. Tenho dúvida do que é Dúbio e do que é leve. Fico zen, as vezes também fico trem. Tenho resposta para quase tudo e para quase todo o nada. " Entre o conflito e a indecisão" não venci e nem fui derrotado, apenas sinto leveza em quase tudo impa que me vem como resultado.
Fico alegre. Fico triste sorrindo entre as caries da vida. Me implica sorrir, porque tristeza não me fascina.
Fico mudo. Fico burro e feliz diante de toda miscigenação da nossa estupidez e egocentrismo. Mesmo assim estou a venda, mas, não tenho preço.
Mesmo assim ... Já estou zen e leve pesado como tudo apenas fico.
Fico alegre. Fico triste sorrindo entre as caries da vida. Me implica sorrir, porque tristeza não me fascina.
Fico mudo. Fico burro e feliz diante de toda miscigenação da nossa estupidez e egocentrismo. Mesmo assim estou a venda, mas, não tenho preço.
Mesmo assim ... Já estou zen e leve pesado como tudo apenas fico.
Meus
Eu estou aleatório por mim e por você.
Dois espectros em desencontro.
Mil caminhos me levam e perdem de nossa inexistência, e de toda nossa pura perversão e inocência.
Quando um Big-ben formalizar o nosso insólito encontro, saiba que eu estou imparcial como a sorte, e torço para ganharmos na loteria do amor. Onde Não haverá mais nada do que nossas simples almas sem pudor.
Dois espectros em desencontro.
Mil caminhos me levam e perdem de nossa inexistência, e de toda nossa pura perversão e inocência.
Quando um Big-ben formalizar o nosso insólito encontro, saiba que eu estou imparcial como a sorte, e torço para ganharmos na loteria do amor. Onde Não haverá mais nada do que nossas simples almas sem pudor.
A Condescendência Transcendeu
Eu quis costurar esse pano,
Eu quis desestruturar 0 meu plano,
Eu quis entender o 'Pi' da Trigonometria e o " Pi " toda vez que na TV alguém quer mandar se foder.
... ...
Eu quis cortar esse pano. Até porque, não tenho pressa, nem pano, muito menos dono.
Eu quis ser a linha que costura com a ajuda da agulha, e de repente.
Eu quis e fui somente a agulha sem linha.
Mas, apesar de tudo. Eu pude manter a razão sem perder a linha de raciocínio que comprova e comprove tudo que conota e denota Um " Cuzão".
Eu sempre quis e pude ser. Condescendente, complacente e benevolente. Há esses sinônimos na minha mente. Jamais deixaram alguém mandar no meu subconsciente, pois sou inteligente, e tenho ego. Acredito que o "ego" seja o produto abstrato mais consumido no mundo.
Eu não quis ter um destempero, mas, quis ser ocasionalmente destemperado.
Eu quis entender as minhas palavras, e quero achar que estou propenso a me policiar.
Eu sempre quis e quero continuar querendo. E gostarei de sempre sem exitar, ser eu. Sem tirar, nem botar. Pronto pra construir. Tempo De Costurar, Tempo De Descosturar.
Eu quis costurar esse pano,
Eu quis desestruturar 0 meu plano,
Eu quis entender o 'Pi' da Trigonometria e o " Pi " toda vez que na TV alguém quer mandar se foder.
... ...
Eu quis cortar esse pano. Até porque, não tenho pressa, nem pano, muito menos dono.
Eu quis ser a linha que costura com a ajuda da agulha, e de repente.
Eu quis e fui somente a agulha sem linha.
Mas, apesar de tudo. Eu pude manter a razão sem perder a linha de raciocínio que comprova e comprove tudo que conota e denota Um " Cuzão".
Eu sempre quis e pude ser. Condescendente, complacente e benevolente. Há esses sinônimos na minha mente. Jamais deixaram alguém mandar no meu subconsciente, pois sou inteligente, e tenho ego. Acredito que o "ego" seja o produto abstrato mais consumido no mundo.
Eu não quis ter um destempero, mas, quis ser ocasionalmente destemperado.
Eu quis entender as minhas palavras, e quero achar que estou propenso a me policiar.
Eu sempre quis e quero continuar querendo. E gostarei de sempre sem exitar, ser eu. Sem tirar, nem botar. Pronto pra construir. Tempo De Costurar, Tempo De Descosturar.
......Nem notar.....Nem me ler.......
Eu quis escrever. Fui estúpido ao achar que poderia. Estava sonâmbulo. Estive sonâmbulo. Fui estúpido em achar que me compreendo. Que me compreendes. Nem precisa me notar, nem me ler. Mesmo que em outdoor pela avenida, você me olhe e não veja. Somos todos heterogêneos em sermos tão parecidos e indiferentes em nosso dia-dia. Sou você em vários pedaços, quebrados e inteiros, colando-se e descolando-se, somos uns aos outros sem saber, não precisa eu vir aqui te dizer.
Basta notar que eu sou você amanhã, já fui ontem, nunca serei você! " reconhecidos e procurados como uma tribo de índios negros coloridos como todos nós". Só não sou Nazista e nem racista. Já fui preconceituoso, mas afinal, quem nunca foi?
Tento relativizar meu prisma com a ajuda da antropologia, mas, não consigo deixar de ser etnocêntrico em alguns ângulos das diversas culturas existentes e aspectos da condição humana em sua pluralidade.
As vezes fico sonâmbulo sem dormir,
As vezes fico inebriado de uma cerveja sem álcool chamada vida. Mesmo assim, vivo intensamente o resplandecer da minha retina.
Sou estúpido, muito prazer, meu nome é Otário!
Eu quis escrever. Fui estúpido ao achar que poderia. Estava sonâmbulo. Estive sonâmbulo. Fui estúpido em achar que me compreendo. Que me compreendes. Nem precisa me notar, nem me ler. Mesmo que em outdoor pela avenida, você me olhe e não veja. Somos todos heterogêneos em sermos tão parecidos e indiferentes em nosso dia-dia. Sou você em vários pedaços, quebrados e inteiros, colando-se e descolando-se, somos uns aos outros sem saber, não precisa eu vir aqui te dizer.
Basta notar que eu sou você amanhã, já fui ontem, nunca serei você! " reconhecidos e procurados como uma tribo de índios negros coloridos como todos nós". Só não sou Nazista e nem racista. Já fui preconceituoso, mas afinal, quem nunca foi?
Tento relativizar meu prisma com a ajuda da antropologia, mas, não consigo deixar de ser etnocêntrico em alguns ângulos das diversas culturas existentes e aspectos da condição humana em sua pluralidade.
As vezes fico sonâmbulo sem dormir,
As vezes fico inebriado de uma cerveja sem álcool chamada vida. Mesmo assim, vivo intensamente o resplandecer da minha retina.
Sou estúpido, muito prazer, meu nome é Otário!
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Um feliz dia da C&A, da Riachuelo, das Americanas, da Colcci, da Zapping e da Zoomp, da Via direta, da Radical, da Mano Surf, da Overall, do Boticário, da Água de cheiro e da" Eau "de qualquer marca francesa ou importada. Um feliz dia do Cabana do sol, do Feijão de corda, da Pizzaria Vignoli. Um feliz dia do Flash motel, do Le'baron, e da pousada Saramanta. Um feliz dia até pra extinta Mesbla e Lobras, Action new e Golfinho moda jovem. Um feliz dia a todas as namoradas que nunca tive, que nunca terei e para todas que já gozei pensando. Um efusivo beijo a todas de namorico, que namorei, que namoro, de namoração. Acima de tudo um feliz dia para mim, que me namoro desde o ventre sem escutar Armandinho.
(A Todos um feliz dia do comércio.)
sábado, 1 de junho de 2013
Meu bom dia é verdadeiro, mas, é uma mera distração do exercício de escrever.
O meu bom dia tem canto, flores e amores. Tem rimas, idas e vindas. tem coração. Tem todas as datas comemorativas e as não comemorativas. Tem todo extinto calendário maia e todo resto do calendário cristão.
O meu bom dia tem ônibus, tem trânsito, tem escola ou colégio. Tem labor. Tem noites nunca mais dormidas e dias nunca mais acordados. O meu bom dia tem mães, pais, irmãos e filhos. Tem mar, sol, primavera, outono, inverno e verão.
O meu bom dia tem boa tarde e boa noite, e tem acima de tudo um ótimo dia.
O meu bom dia tem canto, flores e amores. Tem rimas, idas e vindas. tem coração. Tem todas as datas comemorativas e as não comemorativas. Tem todo extinto calendário maia e todo resto do calendário cristão.
O meu bom dia tem ônibus, tem trânsito, tem escola ou colégio. Tem labor. Tem noites nunca mais dormidas e dias nunca mais acordados. O meu bom dia tem mães, pais, irmãos e filhos. Tem mar, sol, primavera, outono, inverno e verão.
O meu bom dia tem boa tarde e boa noite, e tem acima de tudo um ótimo dia.
sábado, 25 de maio de 2013
Eu queria criar. Eu queria ser o criador. Eu queria ser o da Vinci da música e ter escrito" Errar não é humano depende de quem erra..." " Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo, sem saber o calibre do perigo..." ou " Até quando você vai ficar levando porrada, até quando vai ser saco de pancada".
Eu que tenho tanta pressa, vontade e inércia, demoro a compreender meus rabiscos, meus passos e meu intimo. Só minutos depois escuto minha voz, meu eco e todo principio do vomito que me acomete.
Sou a alegria de tristezas implícitas, e, me entristeço de alegrias explicitas. Sou cógnito e incógnita. Sou a dicotomia de quem me ver, me conhece e me ler, mas, sou tão Bruno, Bruninho e Carramilo, que só poderia estar mesmo vivo.
Eu que tenho tanta pressa, vontade e inércia, demoro a compreender meus rabiscos, meus passos e meu intimo. Só minutos depois escuto minha voz, meu eco e todo principio do vomito que me acomete.
Sou a alegria de tristezas implícitas, e, me entristeço de alegrias explicitas. Sou cógnito e incógnita. Sou a dicotomia de quem me ver, me conhece e me ler, mas, sou tão Bruno, Bruninho e Carramilo, que só poderia estar mesmo vivo.
sábado, 18 de maio de 2013
Nas entranhas das suas axilas
Hoje é um dia incomum dentro da suas trivialidades. É um dia após dois ontem. me questiono e não me encontro. Mas, devo me procurar? me achando saberei onde quero chegar? me deixa ser imbecil diante de tanta imbecilidade sem nota, sem arranjo, sem música, sem poema ou poesia. Hoje é dia de me criticar de ser criticado. Na verdade, hoje não é dia de nada além de sermos nós mesmo. Quer me apontar? tente ser eu então. Mas, antes tente ser você, já que nunca conseguiu sair de cima do muro. Mostra tua cara, teu jogo de cintura, tua fé e tua conduta. Antes de me criticar olhe pro seu umbigo, cheio de pircieng sem nexo e frívolo. Não me note, estou aqui pra ser notado. Não me escrache, deixa que eu mesmo o faço. Vai brincar com teu nariz, e deixa que com o meu eu sei onde sujo ele com giz.
Hoje é apenas mais um dia com ou sem reza. Vomitando em pensamentos na madrugada íngreme do silêncio dos indecentes. Aliás somos indecentes ancestrais. tentaram nos moldar, mas, nossa natureza não nos absolve. Somos pecaminosos vomitando ou praticando. Sou o eco do seu pudor. Não me venda mais pudores cheio de odores nas entranhas das suas axilas por favor.
Hoje é um dia incomum dentro da suas trivialidades. É um dia após dois ontem. me questiono e não me encontro. Mas, devo me procurar? me achando saberei onde quero chegar? me deixa ser imbecil diante de tanta imbecilidade sem nota, sem arranjo, sem música, sem poema ou poesia. Hoje é dia de me criticar de ser criticado. Na verdade, hoje não é dia de nada além de sermos nós mesmo. Quer me apontar? tente ser eu então. Mas, antes tente ser você, já que nunca conseguiu sair de cima do muro. Mostra tua cara, teu jogo de cintura, tua fé e tua conduta. Antes de me criticar olhe pro seu umbigo, cheio de pircieng sem nexo e frívolo. Não me note, estou aqui pra ser notado. Não me escrache, deixa que eu mesmo o faço. Vai brincar com teu nariz, e deixa que com o meu eu sei onde sujo ele com giz.
Hoje é apenas mais um dia com ou sem reza. Vomitando em pensamentos na madrugada íngreme do silêncio dos indecentes. Aliás somos indecentes ancestrais. tentaram nos moldar, mas, nossa natureza não nos absolve. Somos pecaminosos vomitando ou praticando. Sou o eco do seu pudor. Não me venda mais pudores cheio de odores nas entranhas das suas axilas por favor.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Meus amores e desamores, faço fardo, faço dores, nem com lápis, nem de cores, pinto o céu com e sem rancores, numa lua com lacunas, de astronautas invasores!
Foi por onde começou, onde o rio desaguou, sentimentos por ai, várias esquinas e nós sem fim, mas, nós quem? nas esquinas tem o vento do além? vão e vem?
Nas encostas da cerâmica refleti, vi de tudo que vivi, joguei aguá e escorri, joguei água novamente e de repente eu sorri, e ri tanto, até o ponto de me enxugar, nem mais lágrimas, nem mais água, e nada mais se consegui explicar!
Foi por onde começou, onde o rio desaguou, sentimentos por ai, várias esquinas e nós sem fim, mas, nós quem? nas esquinas tem o vento do além? vão e vem?
Nas encostas da cerâmica refleti, vi de tudo que vivi, joguei aguá e escorri, joguei água novamente e de repente eu sorri, e ri tanto, até o ponto de me enxugar, nem mais lágrimas, nem mais água, e nada mais se consegui explicar!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Jornalismo: já fui apaixonadíssimo, e meu caso de amor talvez tenha adormecido, não pelas práticas jornalisticas, que vejo como teoria e pratica, essência e súperfulo, no seu âmago é lindo, no seu exterior, na hora da praticidade mesmo com todos os mecanismos de retratar a história, as " empresas e grandes veículos de comunicação, não merecem nem de longe sair incólumes de rasuras, lacunas e manipulações do direito de informar, mas, tem muita coisa boa, nem tudo esta imerso ao segredos do abismo, e como ia dizendo, meu dispersar tem mais haver com meu momento, e meu despertar também!
terça-feira, 19 de março de 2013
Meu domingo com ou sem praia, nem de bus, nem de estrada, nem me lembro onde fica o caminho da boiada, as vezes futebol tem e muita marmelada, troca: as vezes tem pilantra-da, troca: as vezes tem goleada, estou com fome, fome de que? troca: falta de que? troca: me importar pra que? Sou errado, sou correto, sou errante, um misto subitamente empolgante, troca: relevante. troca: meio amante, troca mesmo de canal, sai do face e passa numa banca pra comprar jornal, troca: troca mesmo Bruno Carramilo, esse tom nem de baixo nem de astral, não me troco por você em nenhum espaço sideral, sou estúpido, sou o tal, sou eu e você em qualquer fevereiro carnaval.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Hoje quero dizer alguma coisa boa, tola ou não, quero apenas dizê-la, quero falar da minha-auto estima, do meu ego que me fascina, não! isso não é uma rima. Auto-estima e ego se fundiram tornado-se, meu escudo, minha hóstia.
Aqui tem um bando de loucos, loucos por ti farinha, Não é dessa Pseudo-alegria, Pseudo-transcendência que quero falar, até porque, me levaria a parecer que me lamento, que me deprimo, que estou ferido, com o coração cheio de feridas, vou colocando remédio da vida. Sim! Eu estou magoado, não com a vida ou com as pessoas, mas, sim comigo, por brincar com o poder de decidir, com a minha lúcida lucidez, com o crivo do meu discernimento, com o sorriso e a preguiça ocupando em ocasiões impróprias o lugar do suor das costas, mas, quero falar de coisa boa, calma! Ainda não assinei minha carteira azul. hoje eu acordei mais sossegado e mesmo atrasado, espero que o big-ben do meu sossego não me atrapalhe e me deixe falar de amor, cinema, literatura, arte, música e esporte, sim! Hoje meu time ganhou, consolidando a minha ideia inicial.
Eu tenho um plano, cosias boas, sempre são bons planos!
Bruno Carramilo.
Aqui tem um bando de loucos, loucos por ti farinha, Não é dessa Pseudo-alegria, Pseudo-transcendência que quero falar, até porque, me levaria a parecer que me lamento, que me deprimo, que estou ferido, com o coração cheio de feridas, vou colocando remédio da vida. Sim! Eu estou magoado, não com a vida ou com as pessoas, mas, sim comigo, por brincar com o poder de decidir, com a minha lúcida lucidez, com o crivo do meu discernimento, com o sorriso e a preguiça ocupando em ocasiões impróprias o lugar do suor das costas, mas, quero falar de coisa boa, calma! Ainda não assinei minha carteira azul. hoje eu acordei mais sossegado e mesmo atrasado, espero que o big-ben do meu sossego não me atrapalhe e me deixe falar de amor, cinema, literatura, arte, música e esporte, sim! Hoje meu time ganhou, consolidando a minha ideia inicial.
Eu tenho um plano, cosias boas, sempre são bons planos!
Bruno Carramilo.
Alegrias tortas de lembranças tristes
Eu tenho fé! Hoje é sábado, sexta ou quinta-feira? Só sei que não é segunda, porque não tem a correria do labor e ou a malemolência da noite caída que me prepara para assistir o " CQC ". Na verdade em algum momento as características básicas que diferem os dias da semana, já se conotaram com muito mais clareza. Hoje está turvo, tem sido assim a algum tempo, mas, eu tenho fé! Alegrias tortas de lembranças tristes, não! Eu não vou escrever esse romance, nem sou hábil para isso, ou sou? Talvez possa dar para um amigo o esboço e ele crie um roteiro legal de um grande curta metragem, que para nós será o maior sucesso, mesmo que ele nunca saia do anonimato.
Tem um livro que estou lendo, que estive lendo, nunca li esse livro, um dia vou lê-lo, mas, está aqui comigo, tem sido muitas das vezes, minha única companhia, capa laranja, " O demônio e a srta Prym " do Paulo Coelho. Esses últimos 3 dias, tive o maior conflito existencial da minha vida, demônios e anjos, brigaram se digladiaram ininterruptamente, foi intenso, denso e perene. Como disse, lembranças tristes de alegrias tortas, ou seria alegrias tortas de lembranças tristes? tanto faz, " Eu não tenho pai eu sou sozinho, sigo em frente no úmido e frágil caminho". Eu tenho fé! " minha fé é minha cultura". Vejo e não te vejo, qualquer dia da semana que hoje possa ser, que será, de dentro desse apartamento, só vejo o sol invadindo o buraco na janela, que foi feito por um devaneio irracional, mas, humano, vejo teoria e prática se denotarem de anjos e demônios, tornando-os essencialmente distintos e imperfeitos, aliás o que é perfeição? lembro de uma música daquele cara que morreu de Aids, " Entre o conflito e a indecisão", entre teoria e prática, anjos e demônios, entre alegrias tortas de lembranças tristes.
Eu tenho fé! Hoje é sábado, sexta ou quinta-feira? Só sei que não é segunda, porque não tem a correria do labor e ou a malemolência da noite caída que me prepara para assistir o " CQC ". Na verdade em algum momento as características básicas que diferem os dias da semana, já se conotaram com muito mais clareza. Hoje está turvo, tem sido assim a algum tempo, mas, eu tenho fé! Alegrias tortas de lembranças tristes, não! Eu não vou escrever esse romance, nem sou hábil para isso, ou sou? Talvez possa dar para um amigo o esboço e ele crie um roteiro legal de um grande curta metragem, que para nós será o maior sucesso, mesmo que ele nunca saia do anonimato.
Tem um livro que estou lendo, que estive lendo, nunca li esse livro, um dia vou lê-lo, mas, está aqui comigo, tem sido muitas das vezes, minha única companhia, capa laranja, " O demônio e a srta Prym " do Paulo Coelho. Esses últimos 3 dias, tive o maior conflito existencial da minha vida, demônios e anjos, brigaram se digladiaram ininterruptamente, foi intenso, denso e perene. Como disse, lembranças tristes de alegrias tortas, ou seria alegrias tortas de lembranças tristes? tanto faz, " Eu não tenho pai eu sou sozinho, sigo em frente no úmido e frágil caminho". Eu tenho fé! " minha fé é minha cultura". Vejo e não te vejo, qualquer dia da semana que hoje possa ser, que será, de dentro desse apartamento, só vejo o sol invadindo o buraco na janela, que foi feito por um devaneio irracional, mas, humano, vejo teoria e prática se denotarem de anjos e demônios, tornando-os essencialmente distintos e imperfeitos, aliás o que é perfeição? lembro de uma música daquele cara que morreu de Aids, " Entre o conflito e a indecisão", entre teoria e prática, anjos e demônios, entre alegrias tortas de lembranças tristes.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
... Na janela do 2- andar do meu prédio, enquanto eu paralisava e pensava na vida em um completo âmbito de elação, me interroguei indagando: O quanto a vida pensava em mim? O quanto pensas talvez? E nesse momento de sublimidade um estado dúbio me fez questionar a respeito: Sou covarde ou produto do meio? Sou os dois? Quem sabe..."Sou todo direito, sei a hora de ser covarde, não pude ser tudo que quis, armei umas e outras" A altivez me sugeria uma mente cheia de ideias e raciocínios vomitados, que crepitam quase sempre na madrugada, na verdade em minhas pseudotranscendências, não queria pensar em nada, e ao mesmo tempo, mudar o mundo pensando em tudo, nem que fosse apenas mudar o mundo do meu umbigo, do consumismo abstrato mais jeitinho nosso de ser chamado Ego, somos egocêntricos por natureza.
Na verdade canábis te abre um leque de sonambulismo lucido.
Carramilo.
Na verdade canábis te abre um leque de sonambulismo lucido.
Carramilo.
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