Hoje eu vou manifestar o meu silêncio em forma de berro. Posso Melhorar e transformar em verbo.
Vou balbuciar e silenciar o ruido. Vou ficar paraplégico e renascer o juízo.
Não cobre de mim espelho meu, essa consciência tão latente.
Espere para ver o Sol resplandescente.
Espere para ver o Sol resplandescente.
Sou o dilema da minha autobiografia. Sou sistema respingado, do prenuncio marxista.
Sou a minha carteira azul de folga. Sou a minha aurora com problemas e vitória.
Sou a minha carteira azul de folga. Sou a minha aurora com problemas e vitória.
Hoje estou famélico de leitura. Hoje tenho certeza que: me angustiei, brinquei, sorrir, titubeei, progredir e retrogredir, nem joguei fora e nem fui continuo. Fiz do direito de ir e vir, uma confusão sem advogar.
Hoje estou feliz. Nem morri e nem matei o presidente(a).
Hoje estou feliz. Nem morri e nem matei o presidente(a).
Vou silenciar a balbucia com ruido. Vou ao refazer e renascer, meu juízo de projetos, desestagnarem.
Há alguns dias de hoje, eu entrei num coma antagônico.
Há alguns dias de hoje, eu entrei num coma antagônico.
Bom dia pássaros. Bom dia humanos. Quebrem o silêncio, quebrem o que escrevi.
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