quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O que dizer pra mim mesmo? eu mesmo não me ouço, imaginem a minha volta, não a volta que o mundo nos dar, e sim meu 360 de pessoas interligadas, eu grito! mas, tenho enorme dificuldade, pelo menos sou autêntico comigo, pois em volta tem lacunas, e não merecem meu puchão de orelha, eu sim mereço um bom puchão por ainda errar, não sei se dos outros, porque sei me alto avaliar, me culpo sozinho de at
os indevidos, e eu que achei que os tinha abondonado, que interferir no próximo era coisa do passado, que primo e defendo isso, nunca romper a linha de respeito para com outrem, falhei Bruno Carrmilo, erronhamente claudiquei, e nem importa o quanto eu posso me ajustar ou ajustar as coisas, e sim que não aponto meu 360 muitas das vezes, me disperso das evidências, para que não possa morrer pela língua, malevolência posso não possuir, aliás sou bonzinho demais para isso, mas cometir meu delito, e arcarei com ele, sem melodrama, cabe a mim fazer as coisas serem como são, justas e maduras como a época exige!
Quais as suas e as minhas referências, quais as nossas diferenças, se o que importa é que não haja inconsequência, calma isso não é uma rima, nem alguma insolência.

já me permiti ser inconsequente, tento maturar, sem me tornar demente, fujo de quem menti e de quem não senti quando faz mal pra alguma ou muita gente, reconheço que já menti, omiti, obstrui a passagem de algo que fingi que não ví, facíl, óbvio, claro de se cometer, reconhecer, de aprender, avaliar e nunca mais repetir, sempre que ousar substituir, por algo de bom, algo do dom de viver um sonho com olhos azuis, por favor! esqueço tudo que falei, esqueça tudo que frisei, me venda por obséquio um pouco de sensata insensatez!

B.Carramilo.