domingo, 12 de janeiro de 2014

Hoje de ontem, antes que eu acordasse sem dormir.
Me vomitou o seguinte pensamento.

Quão somos relevantes e irrelevantes:
“É preciso saber enxergar muito bem as setas. As setas que estão debaixo do nosso nariz”.

Somos um corpo social, uma mente social, um comportamento social. Relevante.
Eu detesto calça social. Irrelevante.

Somos a estupidez de quem cantou e escreveu nossas descobertas. Relevante.
Somos o Camaro amarelo do nosso ego, exacerbadamente inane. Irrelevante.

Somos um misto de experiências em aprendizado. Relevante.
Somos um misto quente de Nelson Rodrigues da modernidade. Comestível.
Eu quis ter um pensamento original. Outros buscam a batida perfeita.
Alguns querem uma nata forma distinta de ser.

Eu tive uma ideia original?
Eu sou, ou somos, muito mais que marionetes do novo que já nasce velho? Do que admirável chip da Pitty?
Continuarei me alfinetando daquilo que sou imerso a não fugir?
Existe algo em mim, em nós, incólume do mundo?

Estou propenso a acreditar, que preciso de um DNA de ideias puras.