Não são apenas felicitações. São fogos de artificio. São rasos e são profundos. São paradisíacos e obscuros. São dois mil e "quatorzes" que vão e dois mil e "quinzes" que ficam. São realidades opostas da mesma euforia. São lembranças mortas de pessoas vividas. São laços nunca mais vistos e novas contas sanguíneas. São vitorias e derrotas de uma linha tênue de equilíbrio e sabedoria.
Não são apenas felicitações. É pureza continua de saber chorar sorrindo.
É esperança delirante de uma alma do mundo sem fronteiras. É conexão de paz e amor em nosso oxigênio. É foguetear nossas conquistas e alegrias com a pólvora do individualismo e cegueira.
É esperança delirante de uma alma do mundo sem fronteiras. É conexão de paz e amor em nosso oxigênio. É foguetear nossas conquistas e alegrias com a pólvora do individualismo e cegueira.
Não são apenas felicitações. São coisas que jamais conseguiremos compreender. São sentimentos orgásticos do brinde de estarmos vivos. São tentativas limitadas de exprimir o quão somos valiosos. São meus rabiscos rasgados de 31 de Dezembro.
O invisível ainda é o caminho daquilo que nós enxergamos.
Não são apenas felicitações...