quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Meu dom está em você me ignorar, em desdenhar de um rabisco, de um preconceito sucinto ou prolixo. Meu dom é a caricatura desprovida dos nossos defeitos em julgamento. De um reconhecimento em conhecer os meu erros. Da minha virtude que diz não pro mal. 

Meu dom é tudo aquilo que acomete a uma experiência arriscada. É a música em sintonia com alma. É a alma em sintonia com o mundo e o desconhecido. Meu dom já me levou e trouxe ao presente do futuro. Meu dom é tudo aquilo que contorna a minha órbita de atividades cometidas e concedidas.

Meu dom é dubitativo e uma miragem. É o amor e benevolência. É a condescendência de uma inércia que as vezes se instala. É a poesia mal elaborada. Meu dom é meu sopro de vida. É mesmo que do meu jeito, me preencher da família. Meu dom não é a indireta que você ver, mas, sim a indireta que você súplica por merecer.
A trilha era não errar o caminho, sonora e do instinto.
Mas, sair sabendo do segredo do abismo. Da sub-ciência e equação de um desastre previsível.

Eu soube perder.
Segurar e sorrir.
Acordar, respirar, beber, comer e dormir.

E a noite foi só minha.
Só minha?
Tão nossa.
Tão nossa?

Domingo não sangrento. Continue assim. Sunday bloody sunday no!
Resplandeça o futuro meu domingo.
Me traga a aurora da segunda- monday.
Música: ( Se essa música, se essa musa...)

Se essa música, se essa musa fosse minha, nossos laços já seriam um nó cego.

Eu me importo com essa vida e lamento. Em te ver limitando o sentimento.

Não é muito fácil reconhecer sua conquista. Te conquistar não é muito fácil.

Se lança em meus braços o amor com sexo do sol poente. E senta em teu corpo o sexo com amor inconsequente.

Se essa música, se essa musa fosse minha. Esse laço já teria sentimento.

...Eu não veto o que pode acontecer.
...Agradeço sempre quando o encontro vem me ter.