sábado, 25 de maio de 2013

Eu queria criar. Eu queria ser o criador. Eu queria ser o da Vinci da música e ter escrito" Errar não é humano depende de quem erra..." " Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo, sem saber o calibre do perigo..." ou " Até quando você vai ficar levando porrada, até quando vai ser saco de pancada".

Eu que tenho tanta pressa, vontade e inércia, demoro a compreender meus rabiscos, meus passos e meu intimo. Só minutos depois escuto minha voz, meu eco e todo principio do vomito que me acomete.

Sou a alegria de tristezas implícitas, e, me entristeço de alegrias explicitas. Sou cógnito e incógnita. Sou a dicotomia de quem me ver, me conhece e me ler, mas, sou tão Bruno, Bruninho e Carramilo, que só poderia estar mesmo vivo.

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