quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Por: Bruno Carramilo
música de carramilo: Catarse
Catarse
Eu sempre quis ter muito prazer,
Por mim, por ti, por vocês, por tudo, num segundo,
Pensamento infinito invisível, não me cabe nesse mundo,
O orgasmo do presente, passado e futuro,
Com a luz em meio ao obscuro,
Sensações, ilusões, todas as minhas paixões,
O meu timbre , o meu sexo, e tbm todo nosso aspecto.
Refrão
Faz parte de mim, faz tudo isso sim,
Como faz, se desfaz, transbordando por aí.
Eu sempre quis nunca ter medo,
Por prazer enfrentei a mim mesmo,
E enfrento a todo instante, com o ímpeto extravagante,
A minha mente, a minha boca,
O instinto sobre o corpo, que coisa mais louca,
Nossos órgãos genitais, devaneios ancestrais.
Refrão
Faz parte de mim, faz tudo isso sim,
Como faz, se desfaz, transbordando por aí.
música de carramilo: Catarse
Catarse
Eu sempre quis ter muito prazer,
Por mim, por ti, por vocês, por tudo, num segundo,
Pensamento infinito invisível, não me cabe nesse mundo,
O orgasmo do presente, passado e futuro,
Com a luz em meio ao obscuro,
Sensações, ilusões, todas as minhas paixões,
O meu timbre , o meu sexo, e tbm todo nosso aspecto.
Refrão
Faz parte de mim, faz tudo isso sim,
Como faz, se desfaz, transbordando por aí.
Eu sempre quis nunca ter medo,
Por prazer enfrentei a mim mesmo,
E enfrento a todo instante, com o ímpeto extravagante,
A minha mente, a minha boca,
O instinto sobre o corpo, que coisa mais louca,
Nossos órgãos genitais, devaneios ancestrais.
Refrão
Faz parte de mim, faz tudo isso sim,
Como faz, se desfaz, transbordando por aí.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Por: Bruno Carramilo
É HORA DE ACORDAR PARA REALIDADE
Podemos dizer que todo dia é hora de acordar para realidade não é não? Sair do inerte, do estático, da indolência com a qual muitas das vezes conduzimos nossas tão longas e curtas vidas, depende muito do prisma que você está vendo as coisas. Mas eu me pergunto e lanço a pergunta a todos os alunos do 5- período de jornalismo da Faculdade São Luís. Afinal, Como devemos acordar para a realidade e qual realidade seria a mais correta a se seguir? Pegando o embalo da colocação do Paulo de Tasso colega do curso. A sua realidade ou a minha realidade? Fazer as coisas que eu acho congruente a mim, ou as que os outros acham que é o certo? Fazer as minhas escolhas, mas torná-las concretas, ou fazer o que essa sociedade capitalista me impõe, Hum? Posso começar a apontar o que acho necessário para mim, mas não para os demais, mesmo que esteja inserido em um grupo social e não à margem dele, sei claramente o que preciso para acordar do meu estado de tibieza, moleza, frouxidão e encarar a vida e os desafios que eu até outrora os almejava e eram tudo para mim, ainda os são, mas tenho a minha alto crítica e sei que estou me devendo, acordo todo dia na minha cama, mas, não é para uma realidade completa, ampla, de proporções satisfatórias, tenho sido calmo, tranqüilo, benevolente, e não lépido como a modernidade exige. Estou sempre atencioso, audaz, sagaz, para aquilo que acredito ser a minha realidade do momento, pois é assim que vejo as coisas por esses tempos, uma vaidade exacerbada por ser o melhor de alguma coisa, por ser mais prestativo a essa sociedade que só te agride, mas, não te trás um filme novo, um roteiro de final feliz sem utopia, a realidade que falo aqui é do meu umbigo, do egocentrismo de ser e ver as coisas, pois não é para isso que estamos vivendo? Para sermos os melhores? Sem notar que alguém do lado é incapaz de chegar a algum lugar sozinho por sofrer dificuldades de se erguer, devido ao sistema deficitário do nosso país ou por alguma fôbia social tão globalizada quanto o ciberespaço? Ai, ai, acordem meu povo! Para essa corrida dos melhores e prepare-se para isso, só não atropele seus concorrentes, se não papai do céu vem lá de cima e confisca tudo, ou então castigar-te-á com alguma enfermidade na sua família pode apostar, eu já estou acordando do meu jeitinho, comendo quieto, e não me excluirei do mundo, mas nem por isso sou adepto as todas as frivolidades que me deparo a todo instante, ainda tenho planos para um acorda Brasil, ou seria melhor acorda Faculdade São Luís, ou acorda Maranhão, de um futuro melhor, e uma lapidada no diamante do nosso grupo social mais nítido e menos opaco.
É HORA DE ACORDAR PARA REALIDADE
Podemos dizer que todo dia é hora de acordar para realidade não é não? Sair do inerte, do estático, da indolência com a qual muitas das vezes conduzimos nossas tão longas e curtas vidas, depende muito do prisma que você está vendo as coisas. Mas eu me pergunto e lanço a pergunta a todos os alunos do 5- período de jornalismo da Faculdade São Luís. Afinal, Como devemos acordar para a realidade e qual realidade seria a mais correta a se seguir? Pegando o embalo da colocação do Paulo de Tasso colega do curso. A sua realidade ou a minha realidade? Fazer as coisas que eu acho congruente a mim, ou as que os outros acham que é o certo? Fazer as minhas escolhas, mas torná-las concretas, ou fazer o que essa sociedade capitalista me impõe, Hum? Posso começar a apontar o que acho necessário para mim, mas não para os demais, mesmo que esteja inserido em um grupo social e não à margem dele, sei claramente o que preciso para acordar do meu estado de tibieza, moleza, frouxidão e encarar a vida e os desafios que eu até outrora os almejava e eram tudo para mim, ainda os são, mas tenho a minha alto crítica e sei que estou me devendo, acordo todo dia na minha cama, mas, não é para uma realidade completa, ampla, de proporções satisfatórias, tenho sido calmo, tranqüilo, benevolente, e não lépido como a modernidade exige. Estou sempre atencioso, audaz, sagaz, para aquilo que acredito ser a minha realidade do momento, pois é assim que vejo as coisas por esses tempos, uma vaidade exacerbada por ser o melhor de alguma coisa, por ser mais prestativo a essa sociedade que só te agride, mas, não te trás um filme novo, um roteiro de final feliz sem utopia, a realidade que falo aqui é do meu umbigo, do egocentrismo de ser e ver as coisas, pois não é para isso que estamos vivendo? Para sermos os melhores? Sem notar que alguém do lado é incapaz de chegar a algum lugar sozinho por sofrer dificuldades de se erguer, devido ao sistema deficitário do nosso país ou por alguma fôbia social tão globalizada quanto o ciberespaço? Ai, ai, acordem meu povo! Para essa corrida dos melhores e prepare-se para isso, só não atropele seus concorrentes, se não papai do céu vem lá de cima e confisca tudo, ou então castigar-te-á com alguma enfermidade na sua família pode apostar, eu já estou acordando do meu jeitinho, comendo quieto, e não me excluirei do mundo, mas nem por isso sou adepto as todas as frivolidades que me deparo a todo instante, ainda tenho planos para um acorda Brasil, ou seria melhor acorda Faculdade São Luís, ou acorda Maranhão, de um futuro melhor, e uma lapidada no diamante do nosso grupo social mais nítido e menos opaco.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Resenha sobre o livro “ética e imprensa” capítulo “Sangue azul, a deontologia e o direito à informação”.
O texto traz um paradigma bastante pertinente para os tempos atuais, onde uma imprensa que cada vez se mostra mais forte e se solidifica como o quarto poder, as dicotomias e lacunas apresentadas e deixadas dentre o plano de existência do jornalista e da imprensa para com a ética, são problemáticas que só confirmam que a ética do direito a informação é uma falácia, um mito, falo aqui da informação manipulada que obtemos por essa mesma imprensa que apóia os seus candidatos nas campanhas ao governo de algum estado, senado, e presidência da republica, essa realidade salientada no texto na parte “conflito e convivência” que definem bem a complexidade paradoxal do direito da informação.
A imprensa não pode fiscalizar o poder, sendo esse um dos seus deveres supremo, e isso ocorre devido à mesma ter se convertido num negócio transnacional, oligopolizado em conglomerados da mídia que trafica influência junto aos governos para conseguir mais concessões de canais e mais facilidades de financiamentos públicos. Questões como a independência do jornalismo estará por onde? E será que existe? A milhões de fatores que levaríamos dizer quê; está preso a esses processos ideológicos e manipuladores são devido a todo o modelo que a imprensa, ou seja, a mídia adotou dentro do mundo capitalista que a nossa sociedade vive se tratando de Brasil.
A ética no jornalismo é uma das maiores dicotomias existentes, pois o código de ética do jornalista é muito bonito no papel, mas na pratica impossível de se seguir e de se cumprir, o profissional da área de jornalismo vive um dilema imensurável que é da sua conduta para com a ética e de seus textos para com a empresa pela qual ele trabalha, a imparcialidade e o livre texto no jornalismo são conversa de conto de fadas, o profissional é moldado do jeito que a empresa quer, e só publicara os textos que forem congruentes com a mesma, e essa realidade denota toda a falta de liberdade e a triste situação que o jornalista vive em relação a sua ética profissional.
O texto traz um paradigma bastante pertinente para os tempos atuais, onde uma imprensa que cada vez se mostra mais forte e se solidifica como o quarto poder, as dicotomias e lacunas apresentadas e deixadas dentre o plano de existência do jornalista e da imprensa para com a ética, são problemáticas que só confirmam que a ética do direito a informação é uma falácia, um mito, falo aqui da informação manipulada que obtemos por essa mesma imprensa que apóia os seus candidatos nas campanhas ao governo de algum estado, senado, e presidência da republica, essa realidade salientada no texto na parte “conflito e convivência” que definem bem a complexidade paradoxal do direito da informação.
A imprensa não pode fiscalizar o poder, sendo esse um dos seus deveres supremo, e isso ocorre devido à mesma ter se convertido num negócio transnacional, oligopolizado em conglomerados da mídia que trafica influência junto aos governos para conseguir mais concessões de canais e mais facilidades de financiamentos públicos. Questões como a independência do jornalismo estará por onde? E será que existe? A milhões de fatores que levaríamos dizer quê; está preso a esses processos ideológicos e manipuladores são devido a todo o modelo que a imprensa, ou seja, a mídia adotou dentro do mundo capitalista que a nossa sociedade vive se tratando de Brasil.
A ética no jornalismo é uma das maiores dicotomias existentes, pois o código de ética do jornalista é muito bonito no papel, mas na pratica impossível de se seguir e de se cumprir, o profissional da área de jornalismo vive um dilema imensurável que é da sua conduta para com a ética e de seus textos para com a empresa pela qual ele trabalha, a imparcialidade e o livre texto no jornalismo são conversa de conto de fadas, o profissional é moldado do jeito que a empresa quer, e só publicara os textos que forem congruentes com a mesma, e essa realidade denota toda a falta de liberdade e a triste situação que o jornalista vive em relação a sua ética profissional.
quinta-feira, 6 de março de 2008
MUSICA DE: BRUNO CARRAMILO
NOME: REMÉDIO DA VIDA
SENTIR TUDO ISSO DE NOVO,
ME PARECIA SER TÃO BOM
TER UM NOVO AMOR,
QUE FOSSE PRA SEMPRE EU QUIS
ABRIR MEU CORAÇÃO,
A MINHA MENTE TAMBEM,
COM ISSO IMERGIR,
NESSA NOVA RELAÇÃO
BUSQUEI MINHA FELICIDADE,
AO SEU LADO EU APOSTEI E TANTO ME DEDIQUEI,
PRA QUE TUDO CORESSE BEM,
MAS A VIDA QUIS ME ENSINAR,
QUE TALVEZ NAO SEJA AINDA,
A MINHA CARA METADE,
ESTA PERDIDA EM ALGUMA ESQUINA
REFRÃO
COM O CORAÇÃO CHEIO DE FERIDAS,
VOU COLOCANDO REMÉDIO DA VIDA.
NOME: REMÉDIO DA VIDA
SENTIR TUDO ISSO DE NOVO,
ME PARECIA SER TÃO BOM
TER UM NOVO AMOR,
QUE FOSSE PRA SEMPRE EU QUIS
ABRIR MEU CORAÇÃO,
A MINHA MENTE TAMBEM,
COM ISSO IMERGIR,
NESSA NOVA RELAÇÃO
BUSQUEI MINHA FELICIDADE,
AO SEU LADO EU APOSTEI E TANTO ME DEDIQUEI,
PRA QUE TUDO CORESSE BEM,
MAS A VIDA QUIS ME ENSINAR,
QUE TALVEZ NAO SEJA AINDA,
A MINHA CARA METADE,
ESTA PERDIDA EM ALGUMA ESQUINA
REFRÃO
COM O CORAÇÃO CHEIO DE FERIDAS,
VOU COLOCANDO REMÉDIO DA VIDA.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Resenha jornalística: Sobre cultura/entretenimento. ( apredendo...)
Seria impossível de deixar de salientar sobre, mais uma obra deste que é nada mais nada menos do quê, um dos maiores escritores brasileiros eo brasileiro de maior notoriedade no exterior chamdo Paulo Coelho. O livro "O Zahir" que segundo a tradição islâmica, a palavra tem o siginificado de algo ou alguém que acaba por dominar seu pensamento por completo,e você não o esquece em momento algum. Para o narrador do novo romance de Paulo, o Zahir é sua esposa, Esther com quem é casada a dez anos.
Tudo parecia ir bem entre eles até o dia que ela desaparece sem deixar vestígios. Hipóteses de sequestro, assasinato são cogitadass pela polícia, até mesmo o envolvimento com terroristas já que ela é correspondente de guerra no Oriente Médio. Mas o marido sabe a resposta. Ela não o abandonaria sem se despedir, sem dizer pra onde iria e o que iria fazer. O protagonista é um escritor famoso que vende milhões de livros no mundo todo, embora seja constatemente crucificado pela crítica. Iniciou ainda na juventude sua carreira como compositor e trabalhou em várias gravadoras, praticou mais tarde magia, alquimia e algumas ciências ocultas, tendo posteriomente participado de rituais, sociedades secretas, seitas exóticas e confrarias misteriosas. Ele escreveu sobre o caminho de Santiago de Compostela e disseminou um guerreiro da luz. O personagem " criado por Paulo escreve," " Tempo de rasgar, Tempo de costurar" uma espécie de tratado sobre o casamento, em que expõe muito de sua vida ao lado de Esther.
Apesar dos rumores que o livro teria sofrido uma crítica negativa na Europa, devido a alguns trechos do livro terem sido plagiados de um escritor espanhol, isso não tira de forma alguma à beleza e nem o fascínio com o qual a historia se desenrola.
muitos dizem ser a autobiografia do escritor " Paulo" já que ele vinvenciou uma vida se não identica, mais muito semelhante ao protagonista do romance.
O Zahir foi lançado em 2003, e chegou a ser um dos livros mais vendidos daquele ano e do ano de 2004. É um livro perfeito pra quem gosta de um bom romance de características de contexto moderno,uma leitura agradavél e incitante.
Tudo parecia ir bem entre eles até o dia que ela desaparece sem deixar vestígios. Hipóteses de sequestro, assasinato são cogitadass pela polícia, até mesmo o envolvimento com terroristas já que ela é correspondente de guerra no Oriente Médio. Mas o marido sabe a resposta. Ela não o abandonaria sem se despedir, sem dizer pra onde iria e o que iria fazer. O protagonista é um escritor famoso que vende milhões de livros no mundo todo, embora seja constatemente crucificado pela crítica. Iniciou ainda na juventude sua carreira como compositor e trabalhou em várias gravadoras, praticou mais tarde magia, alquimia e algumas ciências ocultas, tendo posteriomente participado de rituais, sociedades secretas, seitas exóticas e confrarias misteriosas. Ele escreveu sobre o caminho de Santiago de Compostela e disseminou um guerreiro da luz. O personagem " criado por Paulo escreve," " Tempo de rasgar, Tempo de costurar" uma espécie de tratado sobre o casamento, em que expõe muito de sua vida ao lado de Esther.
Apesar dos rumores que o livro teria sofrido uma crítica negativa na Europa, devido a alguns trechos do livro terem sido plagiados de um escritor espanhol, isso não tira de forma alguma à beleza e nem o fascínio com o qual a historia se desenrola.
muitos dizem ser a autobiografia do escritor " Paulo" já que ele vinvenciou uma vida se não identica, mais muito semelhante ao protagonista do romance.
O Zahir foi lançado em 2003, e chegou a ser um dos livros mais vendidos daquele ano e do ano de 2004. É um livro perfeito pra quem gosta de um bom romance de características de contexto moderno,uma leitura agradavél e incitante.
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